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Ficha nº1
Exercícios de exames e testes intermédios (2006 – 2009)
10ºano – Física – Subdomínio 1 (Energia e movimentos)
1. (2006 – 1ªF) Propôs-se a um grupo de alunos de uma Escola que criticassem e apresentassem sugestões sobre um projeto de uma pequena pista de treino para um desporto em que vários atletas se deslocam num trenó, ao longo de uma pista de gelo, procurando percorrê-la no mais curto intervalo de tempo possível.
A pista é constituída por três percursos retilíneos, com diferentes comprimentos e declives, e por um percurso circular, como mostra a figura 4. Suponha que a trajetória do trenó no percurso circular é horizontal, existindo uma parede vertical de gelo que o mantém nessa trajetória. Na figura 4, o percurso circular BCD é apresentado em perspetiva.
O trenó deverá atingir o ponto F com velocidade nula e em segurança. Consideram-se desprezáveis todos os atritos no percurso ABCDE, bem como a resistência do ar na totalidade do percurso.
A massa total, m, do sistema trenó + atletas é de 300 kg, e o trenó parte do repouso no ponto A.
1.1. Nas condições apresentadas, qual é a variação da energia potencial gravítica do sistema constituído pela Terra e trenó + atletas, no percurso entre os pontos A e E?
Selecione a alternativa CORRECTA.
(A) –9,19 × 104 J
(B) +9,19 × 104 J
(C) –1,22 × 105 J
(D) +1,22 × 105 J
- Opção (C)
⇒ No percurso de A a E existe diminuição de energia potencial gravítica, logo a variação será negativa.
⇒ A variação de energia potencial gravítica é :
- ΔEp = m g Δh = 300 × 10 × (–40,6) = –121 800 = –1,22 × 105 J.
- Opção (C)…………. 7 pontos
1.2. Por questões de segurança, o módulo da aceleração do trenó não deverá ultrapassar no percurso AB o valor 0,80 g, sendo g o módulo da aceleração gravítica à superfície da Terra.
No seu relatório, os alunos concluíram que, efetivamente, esta exigência foi cumprida.
Verifique esta conclusão, partindo de um argumento energético. Apresente todas as etapas de resolução.
No percurso AB as forças que atua, são as indicadas no esquema.
O trabalho da reação normal, é nulo, pois esta força é perpendicular ao deslocamento AB.
- Opção 1:
⇒ O trabalho do peso é :
- Wp = m g AB cos (90º – 50º) = m g AB cos 40º = m g AB sin 50º
⇒ O trabalho da resultante das forças é :
- WF = m a AB
⇒ O dois trabalhos anteriores são iguais, logo:
- m g AB sin 50º = m a AB ⇔ g sin 50º = a ⇔ a = 0,77 g < 0,80 g
⇒ Como 0,77 g < 0,80 g, o percurso foi comprido em segurança.
- Opção 2:
⇒ A diminuição da energia potencial gravítica no percurso AB corresponde ao aumento da energia cinética:
- m g h = ½ m vB2 ⇔ vB2 = 2 g h
⇒ Aplicando a equação para um movimento uniformemente acelerado :
- v2 = v02 + 2 a (x – x0) ⇔ vB2 = 2 a AB
⇒ Igualando as duas equações
- 2 g h = 2 a AB ⇔ g sin 50º = a ⇔ a = 0,77 g < 0,80 g
⇒ Como 0,77 g < 0,80 g, o percurso foi comprido em segurança.
Uma metodologia de resolução deve apresentar, no mínimo, as seguintes etapas de resolução, para ser considerada correta:
⇒ Utiliza a expressão |∆Ep| = |∆Ec| entre os pontos A e B, para obter v2B = 80 g sin50º.
⇒ Utiliza a expressão da cinemática vB2 = 2 a LAB .
⇒ Igualando as expressões anteriores, obtém a = g sin50º = 0,77 g < 0,80 g
ou
⇒ Utiliza a expressão |∆Ep| = |∆Ec| entre os pontos A e B, para obter v2B = 80 g sin50º.
⇒ Utiliza a expressão WFres = ∆EC entre os pontos A e B, maLAB = mv2B, para obter vB2 = 2 a LAB .
⇒ Igualando as expressões anteriores, obtém a = g sin50º = 0,77 g < 0,80 g
Nota: Se o examinando obtiver o valor de a utilizando, apenas, a expressão a = g sin θ, atribuir a cotação de 3 pontos
Se a resposta apresentar ausência de metodologia de resolução ou metodologia de resolução incorreta, ainda que com um resultado final correto, a cotação a atribuir será zero pontos.
Erros de tipo 1 – erros de cálculo numérico, transcrição incorreta de dados, conversão incorreta de unidades ou ausência de unidades / unidades incorretas no resultado final.
Erros de tipo 2 – erros de cálculo analítico, erros na utilização de fórmulas e outros erros que não possam ser incluídos no tipo 1.
1.3 Para que o trenó atinja o final da pista com velocidade nula, é necessária uma força de atrito constante muito intensa no percurso EF.
Qual é a modificação que se pode efetuar nesse percurso, EF, para que o trenó atinja a extremidade da pista com velocidade nula, mas sujeito a uma força de atrito de menor intensidade?
⇒ A opção mais evidente será utilizar um percurso horizontal mais comprido.
⇒ Neste caso, o trabalho da força de atrito será o mesmo, mas como ela tem menor intensidade o deslocamento tem de ser maior.
⇒ Outra opção será utilizar o percurso EF com o mesmo comprimento, mas em rampa, a subir.
⇒ Assim, o peso também realizaria um trabalho negativo e o trabalho da força de atrito poderia ser menor.
- Utilizar o percurso EF com o mesmo comprimento, mas com declive superior a zero. …………. 8 pontos
ou
- Utilizar um percurso horizontal mais comprido.
2. (2006 – 2ªF) Antes da existência de satélites geostacionários, a observação da Terra era efetuada muitas vezes através da utilização da fotografia e outros meios, a partir de balões, dirigíveis ou aviões a altitudes muito inferiores às dos actuais satélites artificiais.
Em alguns casos, as fotografias obtidas eram simplesmente lançadas em sacos para a Terra, onde eram recuperadas.
2.1. Suponha que um balão de observação está em repouso, a uma altitude de 50 m acima do mar.
Uma pessoa no interior da barquinha do balão lança um objecto, na horizontal, com velocidade inicial de módulo v0 = 20,0 m s-1.
Calcule o módulo da velocidade do objecto quando este atinge a superfície da água.
Despreze a resistência do ar.
Apresente todas as etapas de resolução.
Uma metodologia de resolução deve apresentar, no mínimo, as seguintes etapas de resolução, para ser considerada correta.
⇒ Utiliza a expressão da conservação da energia mecânica durante o movimento do objecto para obter ½ m v2 – ½ m v02 = m g h e obtém v (v = 3,7 x 10 m s–1).
ou
⇒ Utiliza a expressão h = ½ g t2, para obter t (t = 3,16 s).
⇒ Utiliza a expressão vy = g t, para calcular a componente vertical da velocidade do objecto ao atingir a água.
⇒ Utiliza a expressão v = √(vx2 + vy2) e obtém v (v = 3,7 x 10 m s–1).
Se a resposta apresentar ausência de metodologia de resolução ou metodologia de resolução incorrecta, ainda que com um resultado final correcto, a cotação a atribuir será zero pontos.
Erros de tipo 1 – erros de cálculo numérico, transcrição incorrecta de dados, conversão
incorrecta de unidades ou ausência de unidades / unidades incorrectas no resultado final.
Erros de tipo 2 – erros de cálculo analítico, erros na utilização de fórmulas e outros erros que não possam ser incluídos no tipo 1.
2.2. Um objecto é lançado de um balão de observação para o mar.
Seleccione a afirmação CORRECTA.
(A) A energia cinética do objecto ao atingir o mar é a mesma, quer se despreze, ou não, a resistência do ar.
(B) A energia mecânica do sistema objecto + Terra, no instante em que o objecto atinge o mar, é maior quando se despreza a resistência do ar do que quando não se despreza essa resistência.
(C) A energia potencial do sistema objecto + Terra, no instante em que o objecto atinge o mar, é menor quando se despreza a resistência do ar do que quando não se despreza essa resistência.
(D) A energia mecânica do sistema objecto + Terra, no instante em que o objecto atinge o mar, é a mesma, quer se despreze, ou não, a resistência do ar.
⇒ Opção (B)
⇒ A energia potencial do sistema Terra + objeto é em qualquer instante a mesma quer se depreze ou não a resistência do ar, pois depende apenas da posição (Ep = m g h), pelo que a afirmação (C) é falsa.
⇒ Quando não se despreza a resistência do ar há variação de energia mecânica: ΔEm = WFa .
E como Fa atua em sentido contrário ao do movimento, então WFa < 0 , donde se conclui que ΔEm < 0 e como ΔE = Em – Emo , então Em < Emo .
Isto é, ao atingir a superfície da água do mar a energia mecânica do sistema Terra + objeto é menor do que a que apresenta quando a resistência é desprezável (Em = Emo), logo a afirmação (B) está correta e a (D) é falsa.
⇒ Quanto à energia cinética com que o objeto atinge a superfície da água do mar, é inferior à que apresenta quando se despreza a resistência do ar, pois como:
ΔEm = ΔEc + ΔEp2 e sendo ΔEp = constante e como ΔEm < 0 , então ΔEc < ΔEp .
- Opção (B)…………. 7 pontos
3. (2007 – 1ªF) A queda de um corpo abandonado, próximo da superfície terrestre, foi um dos primeiros movimentos que os sábios da Antiguidade tentaram explicar.
Mas só Galileu, já no séc. XVII, estudou experimentalmente o movimento de queda dos graves e o lançamento de projécteis.
Observe com atenção a figura 3, que mostra uma esfera a cair em duas situações:
Na situação I, a esfera, inicialmente em repouso, é colocada no ponto A, deslizando sem atrito sobre a calha, até ao ponto B. No ponto B, abandona a calha, descrevendo um arco de parábola até ao ponto C.
Na situação II, a esfera é abandonada no ponto E, caindo na vertical da mesma altura,h.
Em qualquer das situações, considere o sistema de eixos de referência representado na figura, com origem no solo, desprezando o efeito da resistência do ar.
Considere a situação II representada na figura.
Seleccione a alternativa que permite calcular o módulo da velocidade com que a esfera atinge o solo.
- Opção (B)
⇒ Entre as posições E e F há conservação de energia mecânica:
- EmE = EmF ⇔ EcE + EpE = EcF + EpF,
mas EcE = 0 e EpF = 0, logo,
- m g h = ½ mvF2 ⇔ vF2 = 2 g h
- Opção (B)…………. 8 pontos
4. (2007 – 2ªF) Num parque de diversões, um carrinho de massa igual a 50,0 kg percorre o trajecto representado na figura, partindo do ponto A sem velocidade inicial e parando no ponto D.
O módulo da aceleração do carrinho no percurso entre os pontos C e D é igual a 3,0 ms–2, e a distância entre aqueles pontos é de 12,0 m.
Considere desprezável o atrito no percurso entre os pontos A e C.
4.1. Seleccione a alternativa que completa correctamente a frase seguinte.
No trajecto percorrido pelo carrinho entre os pontos A e C, o trabalho realizado pelo peso do carrinho…
(A) … é igual à variação da sua energia potencial gravítica.
(B) … é simétrico da variação da sua energia cinética.
(C) … é igual à variação da sua energia mecânica.
(D) … é simétrico da variação da sua energia potencial gravítica.
- Opção (D)
⇒ A força gravítica é uma força conservativa.
⇒ Esta opção completa a definição de força conservativa.
- Opção (D)…………. 8 pontos
4.2. Seleccione a alternativa que permite calcular correctamente o módulo da velocidade do carrinho no ponto B da trajectória descrita.
- Opção (A)
⇒ Como há conservação de energia mecânica, então:
⇒ ΔEc = – ΔEp ⇔ EcB – EcA = – (EpB – EpA) ⇔ EcB – 0 = – (0 – EpA) ⇔ EcB = EpA ⇔ ½ m vB2 = m g/2 ⇔ vB2 = gh
⇒ Como a radiação azul tem menor comprimento de onda do que a radiação vermelha, a temperatura superficial da estrela que emite radiação azul é maior que a da que emite radiação vermelha.
- Opção (A)…………. 8 pontos
4.3. Calcule a variação da energia mecânica do carrinho durante o percurso entre os pontos C e D.
Apresente todas as etapas de resolução.
- ΔEm = ΔEc + ΔEp
⇒ Como de C a D temos ΔEp = 0, pois Δh = 0, logo
- ΔEm = ΔEc
⇒ Da Lei do Trabalho-Energia:
- ΔEc = WFR
- WFR = WP + WRn + WFa
⇒ Mas P e Rn são perpendiculares à trajetória, pelo que WP e WRn são nulos; então, WFR = WFa e, consequentemente:
- ΔEm = WFR = – m a d = – 50,0 x 3,0 x 12,0 J = – 1,8 x 103 J
⇒ A variação de energia mecânica do carrinho durante o percurso de C a D é igual a – 1,8 x 103 J.
Uma metodologia de resolução correcta deverá apresentar, no mínimo, as seguintes etapas:
⇒ Calcula o módulo da resultante das forças que actuam sobre o carrinho (F = 150 N).
⇒ Calcula o trabalho da força de atrito, identificando, implícita ou explicitamente, a força de atrito com a resultante das forças que actuam sobre o carrinho (WFa = –1,8 × 103 J).
⇒ Identifica o trabalho da força de atrito com a variação da energia mecânica do carrinho (ΔEm = –1,8 × 103 J).
ou
⇒ Calcula a velocidade do carrinho no ponto C (vC = 8,49 m s–1).
⇒ Calcula a variação da energia cinética do carrinho (ΔEC = –1,8 × 103 J).
⇒ Conclui que a variação da energia cinética é igual à variação da energia mecânica do carrinho (ΔEm = –1,8 × 103 J), uma vez que a variação da energia potencial é nula.
Erros de tipo 1 – erros de cálculo numérico, transcrição incorrecta de dados, conversão incorrecta de unidades ou ausência de unidades / unidades incorrectas no resultado final.
Erros de tipo 2 – erros de cálculo analítico, erros na utilização de fórmulas, ausência de conversão de unidades(*) e outros erros que não possam ser incluídos no tipo 1.
(*) Qualquer que seja o número de conversões de unidades não efectuadas, contabilizar apenas como um erro de tipo 2.
⇒ Se a resposta apresentar ausência de metodologia de resolução ou metodologia de resolução incorrecta, ainda que com um resultado final correcto, a classificação a atribuir será de zero pontos.
5. (TI – 30/05/2008) Um crescente número de pessoas procura as saunas por razões de saúde, de lazer e de bem-estar.
As toalhas utilizadas na sauna são colocadas num cesto, que é arrastado horizontalmente 2,0 m por acção de uma força F, de intensidade 45 N, na direcção do movimento.
Admitindo que entre o cesto e o solo existe uma força de atrito Fa, de intensidade 40 N, calcule o trabalho realizado pela resultante das forças aplicadas no cesto.
Apresente todas as etapas de resolução.
A resolução deve apresentar, no mínimo, as seguintes etapas, para ser considerada correcta:
⇒ Calcula o módulo da resultante das forças (Fres = 5,0 N).
⇒ Calcula o trabalho realizado por essa força (ω = 10 J).
A classificação da resposta a este item é feita em função do enquadramento da mesma num dos níveis de desempenho, de acordo com a tabela seguinte:
6. (TI – 16/01/2008) Um carro move-se horizontalmente ao longo de uma estrada com velocidade de módulo variável e descreve uma trajectória rectilínea.
O gráfico da figura 1 representa a sua posição relativamente a um marco quilométrico, em função do tempo.
Considere o intervalo de tempo [2,0; 3,0] s do gráfico da figura 1. A energia cinética do sistema carro e ocupantes nesse intervalo de tempo é 7,5 x 104 J.
Admita que 60% da energia do combustível do carro é consumida nos sistemas de arrefecimento e no escape, 25% é aproveitada para o movimento do carro e a restante é dissipada nos atritos.
Determine o valor da energia dissipada nos atritos.
Apresente todas as etapas de resolução.
A energia consumida no sistema de arrefecimento é 60% da total:
- Earref = 0,60 x Etotal
A energia útil aproveitada para o movimento do carro é 25%:
- Eútil = 0,25 x Etotal (1)
A energia dissipada nos atritos é 15% da total:
- Edissip. = 0,15 x Etotal (2)
A energia útil é igual à energia cinética do sistema carro + ocupantes:
- Eútil = Ec = 7,5 x 104 J
Substituindo este valor na expressão (1), calcula-se Etotal:
- 7,5 x 104 = 0,25 x Etotal ⇒ Etotal = 3,0 x 105 J
Recorrendo à expressão (2), determina-se Edissip.:
- Edissip. = 0,15 x 3,0 x 105 = 4,5 x 104 J
A energia dissipada nos atritos é igual a 4,5 x 104 J.
Nota: Não é o motor que faz andar o carro mas sim a força de atrito entre as rodas e o chão. O motor pode estar a trabalhar e o carro não estar a andar, por falta de ligação da transmissão para as rodas. Pode ainda ter motor e haver transmissão de movimento para as rodas, mas também não estar a andar. O que coloca um carro em andamento é o atrito entre as rodas e o chão. No gelo, com rodas lisas, de nada serve o motor. É também o atrito entre as rodas e o chão que permite manter o carro com velocidade constante.
As rodas de um carro que se mova com velocidade constante (onde a resultante das forças é nula) apenas têm de exercer uma força que contrabalance a da resistência ao movimento. Neste caso verifica-se que a energia cinética não é igual à energia que as forças exercidas pelas rodas têm de repor devido a perdas de energia provocadas pelas forças de resistência ao movimento. As forças de resistência ao movimento dependem essencialmente da forma e tamanho do objecto e não da sua massa.
A resolução deve apresentar, no mínimo, as seguintes etapas, para ser considerada correcta:
⇒ Refere que 15% da energia do combustível é dissipada nos atritos.
⇒ Calcula a energia total fornecida pelo combustível (3,0 x 105 J).
⇒ Calcula 15% da energia do combustível (4,5 x 104 J).
Nota: Se os alunos calcularem directamente o valor que corresponde a 15% da energia total fornecida pelo combustível, sem calcularem este valor total, considerar como equivalentes duas últimas etapas.
A classificação da resposta a este item é feita em função do enquadramento da mesma num dos níveis de desempenho, de acordo com a tabela seguinte:
7. (2008 – 1ªF) Quando se estudam muitos dos movimentos que ocorrem perto da superfície terrestre, considera-se desprezável a resistência do ar.
É o que acontece, por exemplo, no caso das torres de queda livre existentes em alguns parques de diversão.
Noutros casos, contudo, a resistência do ar não só não é desprezável, como tem uma importância fundamental no movimento.
A figura representa uma torre de queda livre que dispõe de um elevador, E, onde os passageiros se sentam, firmemente amarrados. O elevador, inicialmente em repouso, cai livremente a partir da posição A, situada a uma altura h em relação ao solo, até à posição B. Quando atinge a posição B, passa também a ser actuado por uma força de travagem constante, chegando ao solo com velocidade nula. Considere desprezáveis a resistência do ar e todos os atritos entre a posição A e o solo.
7.1. Seleccione a alternativa que compara correctamente o valor da energia potencial gravítica do sistema elevador / passageiros + Terra na posição B, EpB, com o valor da energia potencial gravítica desse sistema na posição A, EpA.
(A) EpB = 1/3 EpA
(B) EpB = 3 EpA
(C) EpB = 3/2 EpA
(D) EpB = 2/3 EpA
- Opção (A)…………. 5 pontos
7.2. Seleccione o gráfico que traduz a relação entre a energia mecânica, Em, e a altura em relação ao solo, h, do conjunto elevador / passageiros, durante o seu movimento de queda entre as posições A e B.
- Opção (D)
⇒ Considerando desprezáveis a resistência do ar e todos os atritos entre a posição A e a posição B, a energia mecânica conserva-se, sendo constante entre estes dois pontos.
- Opção (D)…………. 5 pontos
7.3. Seleccione a alternativa que completa correctamente a frase seguinte.
O trabalho realizado pela força gravítica que actua no conjunto elevador / passageiros, durante o seu movimento de queda entre as posições A e B, é…
(A) … negativo e igual à variação da energia potencial gravítica do sistema elevador / passageiros + Terra.
(B) … positivo e igual à variação da energia potencial gravítica do sistema elevador / passageiros + Terra.
(C) … negativo e simétrico da variação da energia potencial gravítica do sistema elevador / passageiros + Terra.
(D) … positivo e simétrico da variação da energia potencial gravítica do sistema elevador / passageiros + Terra.
- Opção (D)
⇒Por definição, o trabalho realizado pela força gravítica (que é uma força conservativa) é simétrico da variação da energia potencial.
⇒Na descida, o trabalho realizado pela força gravítica é positivo, pois a força gravítica aponta para onde se dá o deslocamento, e a variação da energia potencial é negativa, porque a altura diminuiu.
ou
⇒O trabalho realizado pela força gravítica, Fg, durante a queda do sistema é positivo, pois tem o sentido do movimento, o descendente, e é simétrico da variação da energia potencial gravítica, que é negativa, dado que EpB < EpA.
- Opção (D)…………. 5 pontos
8. (2008 – 2ªF) Enquanto os astronautas N. Armstrong e E. Aldrin, da missão Apollo 11, recolhiam amostras na superfície lunar, o seu colega M. Collins permanecia no Módulo de Comando (MC), em órbita à volta da Lua (L), como representado na figura 1 (a figura não está representada à escala).
Para recolher amostras na superfície lunar, os astronautas usaram um utensílio de cabo extensível, tal como representado na figura 2.
Imagine que, quando um dos astronautas tentou recolher uma amostra, de massa 200 g, esta deslizou, inadvertidamente, numa zona onde o solo era inclinado, passando na posição A com uma velocidade de módulo igual a 0,50 m s–1 e parando na posição B, tendo percorrido 51 cm entre estas posições.
Nesse percurso, a energia potencial gravítica do sistema amostra + Lua diminuiu 8,16 × 10–2 J.
Calcule a intensidade da força de atrito que actuou sobre a amostra no percurso considerado, admitindo que aquela se manteve constante.
Apresente todas as etapas de resolução.
⇒ A energia potencial gravítica entre A e B diminui 8,16 x 10-2 J, logo a variação de energia potencial gravítica é:
- ΔEpg = – 8,16 x 10-2 J
⇒ No ponto B a velocidade da amostra é nula. A energia cinética em B é, pois, também nula.
⇒ O módulo da velocidade da amostra em A é 0,50 ms-1, a que corresponde a energia cinética de:
- Ec = ½ x m x v2 = 0,5 x 200 x 10-3 x 0,52 = 2,5 x 10-2 J
⇒ A variação de energia cinética entre A e B é:
- ΔEc = EcB – ΔEcA = 0 – 2,5 x 10-2 = -2,5 x 10-2 J
⇒ A variação de energia mecânica depende da variação de energia potencial gravítica e da variação de energia cinética, logo:
- ΔEm = ΔEpg + ΔEc = – 8,16 x 10-2 + (-2,5 x 10-2) = – 1,07 x 10-1 J
⇒ A variação de energia mecânica é igual ao trabalho realizado pelas forças dissipativas:
- WFa = ΔEm = – 1,07 x 10-1 J
- WFa = d x Fa x cos α ⇔ – 1,07 x 10-1 J = 51 x 10-2 x Fa x cos 180º ⇔ Fa = 0,21 N
A resolução deve apresentar, no mínimo, as seguintes etapas, para ser considerada correcta:
⇒ Calcula a variação de energia cinética da amostra entre as posições A e B (ΔEc = –2,50 × 10–2 J).
⇒ Calcula a variação da energia mecânica do sistema entre as posições A e B (ΔEm = –1,07 × 10–1 J).
⇒ Identifica a variação da energia mecânica do sistema com o trabalho realizado pela força de atrito e calcula a intensidade da força de atrito (Fa = 0,21 N).
A classificação da resposta a este item é feita em função do enquadramento da mesma num dos níveis de desempenho, de acordo com a tabela seguinte:
* Descritores apresentados no segundo quadro da página C/3 dos critérios gerais de classificação.
9. (2008 – EE) Um automóvel, de massa 1200 kg, encontrava-se estacionado no cimo de uma rampa, conforme representado na figura, quando, acidentalmente, se destravou.
Deslizou ao longo da rampa, com aceleração aproximadamente constante, até colidir com outro veículo, que se encontrava parado num semáforo. Considere que o desnível entre as posições A e B, representadas na figura, é de 8,0 m e que o automóvel percorreu 60 m entre essas duas posições.
9.1. Com a colisão, o ponteiro do velocímetro do automóvel que deslizou ao longo da rampa ficou encravado, indicando que a sua velocidade no instante do choque era 42 km h–1.
Calcule o módulo da energia dissipada pelo sistema automóvel + Terra, no percurso considerado.
Apresente todas as etapas de resolução.
⇒ Determinar a energia mecânica inicial do sistema.
No início, o sistema só possui energia potencial pois parte do repouso (estava parado).
- Em(i) = Ec + Ep ⇔Em (i) = ½mvi2 + mghi
Como parte do repouso, vi = 0, obtém-se:
- Em (i) = mghi ⇔Em(i) = 1200 x 10 x 8,0 = 9,6 x 104 J
⇒ Determinar a energia mecânica final do sistema.
No final, o sistema só possui energia cinética pois a altura, hf, é zero.
- Em(f) = Ec + Ep ⇔ Em(f) = ½mv2 + mghf
como hf = 0, pode escrever-se:
- Em(f) = ½mv2 = ½ x 1200 x (12)2 = 8,2 x 104 J
Determinar o módulo da energia dissipada.
- Em(i) = Em(f) + |Em(dis)| ⇔ |Em(dis)| = |Em(i) – Em(f)| = |9,6 x 104 − 8,2 x 104| = 9,6 x 104 J
⇒ O módulo da energia dissipada pelo sistema automóvel + Terra no percurso considerado foi 9,6 x 104 J.
A resolução deve apresentar, no mínimo, as seguintes etapas, para ser considerada correcta:
⇒ Calcula a energia mecânica inicial do sistema (Emi = 9,60 × 104 J).
⇒ Calcula a energia mecânica final do sistema (Emf = 8,17 × 104 J) e o módulo da energia dissipada (|E| = 1,4 × 104 J).
A classificação da resposta a este item é feita em função do enquadramento da mesma num dos níveis de desempenho, de acordo com a tabela seguinte:
* Descritores apresentados no segundo quadro da página C/3 dos critérios gerais de classificação.
9.2. Seleccione a alternativa que completa correctamente a frase seguinte.
O trabalho realizado pelo peso do automóvel, no percurso entre as posições A e B, pode ser calculado pela expressão…
(A) … W = – 10 × 1200 × 8,0 J
(B) … W = 10 × 1200 × 8,0 J
(C) … W = – 10 × 1200 × 60 J
(D) … W = 10 × 1200 × 60 J
- Opção (B)
⇒ WP = − ΔEp = − (Epf – Epi) = −(mghf – mghi) = − mg(hf − hi) = −(1200 x 10 x (0 – 8,0)) = 1200 x 10 x 8,0 J
- Opção (B)…………. 5 pontos
9.3. Seleccione o gráfico que traduz a relação entre a energia cinética, Ec, do automóvel e a distância, d, por ele percorrida desde a posição A até à posição B.
- Opção (A)
⇒ ΔEc = Ec(final) – Ec(inicial) = Ec(final) pois Ec(inicial) = 0; já que parte do repouso, v0 = 0 m s-1.
- ΔEc = WFr ⇔Ec(final) = WFr ⇔ Ec(final) = Fr x d x cos 0° = m x a x d,
⇒ o que permite concluir que quanto maior é a distância percorrida pelo automóvel maior, é a energia cinética adquirida e que se a distância percorrida for nula a energia cinética também o será.
⇒ Concluindo pode dizer-se que a representação da energia cinética em função da distância percorrida entre A e B é uma recta que passa pela origem (quando a energia cinética é zero a distância percorrida também é zero) e cujo declive, ma, ou seja, a resultante das forças, sendo esta constante.
- Opção (A)…………. 5 pontos
10. (TI – 03/06/2009) Imagine que, numa plataforma suspensa por dois cabos, se encontrava um caixote de madeira com massa 50 kg.
Por acidente, um dos cabos partiu-se e a plataforma ficou com uma inclinação de 20º com a horizontal, conforme esquematizado na figura 3.
Devido a esse acidente, o caixote escorregou, tendo percorrido 6,0 m até ao extremo da plataforma.
Admita que o atrito é desprezável.
10.1. Seleccione a única alternativa que contém os termos que preenchem, sequencialmente, os espaços seguintes, de modo a obter uma afirmação correcta.
À medida que o caixote escorrega pela plataforma inclinada, a sua energia cinética ______, e a sua energia potencial gravítica ______.
(A) aumenta … diminui
(B) aumenta … aumenta
(C) diminui … diminui
(D) diminui … aumenta
- Opção (A)
⇒ Como o atrito é desprezável, há conservação de energia mecânica do sistema.
- ΔEm = 0 ⇔ ΔEp + ΔEc = 0
⇒ À medida que o caixote escorrega pela plataforma, a sua altura em relação à horizontal diminui, logo, a sua energia potencial gravítica diminui e, consequentemente, aumenta a sua energia cinética.
- Opção (A)…………. 8 pontos
10.2. Determine o trabalho realizado pelo peso do caixote no seu deslocamento, desde a posição inicial até ao extremo da plataforma.
Apresente todas as etapas de resolução.
⇒ O trabalho realizado pelo peso do caixote, desde a posição inicial até ao extremo da plataforma, é independente da trajetória, pois o peso é uma força conservativa cujo trabalho é simétrico da variação da sua energia potencial gravítica.
- Wp = -ΔEp ⇔ Wp = – m g (hf – hi)
⇒ Como hf = 0 m e hi = d sin α, substituindo na expressão anterior, tem-se:
- Wp = – m g ( 0 – d sin α) = m g d sin α = 50 x 10 x 6,0 x sin 20º = 1,03 x 103 J
⇒ O trabalho realizado pelo peso do caixote no seu deslocamento, desde a posição inicial até ao extremo da plataforma, é cerca de 1,0 x 103 J.
- A resolução deve apresentar, no mínimo, as etapas seguintes:
⇒ Calcula o valor do peso do caixote (P = 500 N).
⇒ Calcula o trabalho realizado pelo peso do caixote (W = 1,0 x 103 J).
A classificação da resposta a este item é feita em função do enquadramento da mesma num dos níveis de desempenho, de acordo com a tabela seguinte:
11. (TI – 17/03/2009) Um rapaz empurra, com velocidade constante, um bloco de massa m, ao longo de um plano inclinado sem atrito, como o esquema da figura 1 mostra.
11.1. Seleccione o diagrama que melhor representa, na situação descrita, as forças aplicadas no centro de massa do bloco, durante a subida, sendo F a força aplicada pelo rapaz.
- Opção (B)
- As forças que atuam sobre o bloco são:
⇒ a força, F, paralela à superfície horizontal (a base do plano inclinado);
⇒ o peso, P, vertical e de sentido descendente;
⇒ a força de reação normal exercida pela superfície de apoio, N, perpendicular ou normal à rampa AB.
- Opção (B)…………. 8 pontos
11.2. Seleccione a alternativa que permite calcular o trabalho realizado pelo peso do bloco, P, na subida entre as posições A e B.
(A) WP = – m g h cos 30º
(B) WP = – m g d cos 30º
(C) WP = – m g d
(D) WP = – m g h
- Opção (D)
⇒ O peso é uma força conservativa, cujo trabalho, que depende apenas da posição final e da posição inicial, é simétrico da variação da energia potencial gravítica.
⇒ WP = – ΔEp = – ( EpB – EpA) = – m g (hB – hA) = – m g (h – 0) = – m g h
- Opção (D)…………. 8 pontos
11.3. Ao atingir a posição B, o bloco fica parado. Ao fim de certo tempo, por descuido, começa a deslizar ao longo do plano inclinado, com aceleração aproximadamente constante, no sentido de B para A.
Seleccione o gráfico que melhor traduz a energia cinética, Ec, do bloco, em função da distância, d, que percorre desde a posição B até à posição A.
- Opção (A)
⇒ A variação da energia cinética do bloco no sentido de B para A é igual ao trabalho realizado pela resultante das forças que sobre ele atuam, que é praticamente constante, uma vez que a sua aceleração é praticamente constante.
⇒ Durante a descida, as forças que atuam sobre o bloco são o seu peso, »P, e a reação normal exercida pela superfície de apoio, N.
⇒ Como Pn = – N, a força resultante das forças é FR = Pt, donde se conclui que a sua intensidade é mg sin 30°.
⇒ A variação de energia cinética em função da distância d é dada pela expressão:
- ΔEc = WFR ⇔ Ec – EcB = mg sin 30° x d
⇒ Como o bloco começa a deslizar, a partir do repouso, do ponto B, a energia cinética inicial, EcB, é nula, logo, a energia cinética do bloco, em função de d, é:
- Ec = mg sin 30° x d
⇒ Como mg sin 30° é constante, Ec aumenta linearmente com d, a partir de zero.
- Opção (A)…………. 8 pontos
14. (TI – 17/03/2009) Galileu idealizou uma experiência em que previu que uma bola, largada de uma determinada altura ao longo de uma rampa sem atrito, rolaria exactamente até à mesma altura numa rampa semelhante colocada em frente da anterior, independentemente do comprimento real da trajectória.
In Projecto Física Unidade 1, Fundação Calouste Gulbenkian, 1978, p. 78
A experiência de Galileu está esquematizada na figura 2, na qual h é a altura de que é largada uma bola de massa 100 g, na rampa 1, e A, B e C correspondem a rampas com inclinações diferentes.
Considere o atrito desprezável em qualquer das rampas.
Calcule a velocidade da bola quando atinge 1/3 da altura h, em qualquer das rampas, admitindo que a altura h é igual a 1,5 m.
Apresente todas as etapas de resolução.
- m = 100 g = 0,100 kg
- h = 1,5 m
- hA = hB = hC = h/3
⇒ Como o atrito é desprezável, em qualquer uma das rampas há conservação da energia mecânica.
- Emi = Emf ⇔ Eci + Epi = Ecf + Epf
⇒ A bola parte do repouso, logo, Eci = 0 J
- m g h = ½ mvf2 + m g hf ⇔ g h= ½ vf2 + g hf ⇔ 2 g (h – hf) = vf2
⇒ Para qualquer uma das rampas hf = h/3, então, hf = 1/3 x 1,5 = 0,50 m
- vf2 = 2 x 10 x (1,5 – 0,5) ⇔ vf = 4,5 m s-1
⇒ Em qualquer uma das rampas, a velocidade da bola, quando atinge da altura, h, é igual a 4,5 m s-1
- A resolução deve apresentar, no mínimo, as seguintes etapas:
⇒ Calcula a energia mecânica da bola no instante em que é largada (Em = 1,5 J).
⇒ Calcula a energia cinética quando a bola se encontra a 1/3 da altura h (Ec = 1,0 J).
⇒ Calcula a velocidade nesse instante (v = 4,5 m s–1).
A classificação da resposta a este item é feita em função do enquadramento da mesma num dos níveis de desempenho, de acordo com a tabela seguinte:
15. (TI – 26/05/2009) Num estudo de movimentos verticais, utilizou-se uma pequena bola de massa m, em duas situações diferentes, I e II.
Considere que o sentido do eixo Oy é de baixo para cima, e que nas duas situações é desprezável o efeito da resistência do ar.
15.1. Na situação I, a bola é lançada verticalmente para cima, com velocidade inicial de módulo 5,0 m s–1.
Determine a altura máxima atingida pela bola, em relação ao nível do lançamento.
Apresente todas as etapas de resolução.
- I – Lançamento vertical
- v0 = 5,0 m s-1
- ymáx = ?
⇒ A altura máxima é atingida no instante em que a velocidade da bola é nula.
⇒ Como a resistência do ar é desprezável, há conservação da energia mecânica da bola durante todo o seu movimento.
- Em0 = Em ⇔ Ec0 + Ep0 = Ec + Ep
⇒ Considerando o nível de lançamento como nível de referência da energia potencial gravítica Ep0 = 0 J e como a energia cinética da bola, no instante em que atinge a altura máxima, é nula, Ec = 0 J, então:
- Ec0 = Ep ⇔ ½ mv02 = m g ymáx ⇔ ½ v02 = g ymáx ⇒ ½ x 5,02 = 10 ymáx ⇒ ymáx = 1,25 m
⇒ A altura máxima atingida pela bola é, aproximadamente, 1,2 m.
- A resolução deve apresentar, no mínimo, as etapas seguintes:
⇒ Calcula o tempo de subida (t = 0,500 s).
⇒ Calcula a altura máxima em relação ao nível do lançamento (h = 1,25 m ≈ 1,2m).
A classificação da resposta a este item é feita em função do enquadramento da mesma num dos níveis de desempenho, de acordo com a tabela seguinte:
15.2. Na situação II, a bola é largada, sem velocidade inicial, de uma determinada altura, atingindo o solo com velocidade de módulo 4,0 m s–1.
Seleccione a única alternativa que contém a expressão do trabalho realizado pela resultante das forças que actuam na bola, até esta atingir o solo, em função da sua massa, m.
(A) W = 8,0 m
(B) W = – 8,0 m
(C) W = 10 m
(D) W = – 10 m
- II – Queda a partir do repouso;
- v0 = 0,0 m s-1
- WFr = ?
- v = 4,0 m s-1
⇒ O trabalho realizado pela resultante das forças que atuam sobre a bola, durante a queda, é igual à variação da sua energia cinética.
- WFR = ΔEc = ½ m v2 – 0 = m x 4,02 = 8,0 m
- Opção (A)…………. 8 pontos




























