Resumo nº2 – Tabelas de frequências, classes e gráficos


Resumo nº2

Tabelas de frequências, classes e gráficos

7.º ano – Matemática – Tema 4 (Dados e Probabilidades)


💡 Ideia principal

Depois de recolhidos, os dados organizam-se numa tabela de frequências. A frequência absoluta é o número de vezes que cada valor aparece; a frequência relativa é a frequência absoluta a dividir pelo total de dados.

Animação: construir um gráfico de barras
▶ Animação: construir um gráfico de barras

1Tabela de frequências

✏️ Exemplo: fruta preferida de 20 alunos

FrutaMaçãBananaLaranjaMorangoTotal
Freq. absoluta853420
Freq. relativa0,400,250,150,201
Percentagem40%25%15%20%100%

A soma das frequências absolutas é o número de dados; a soma das frequências relativas é 1 (ou 100%).

2Agrupar dados em classes

  • Quando há muitos valores diferentes, agrupam-se em classes com a mesma amplitude, por exemplo 0 a 4, 5 a 9, 10 a 14… ou [0,10[, [10,20[, [20,30].
  • Em [10,20[, o 10 pertence à classe e o 20 não (pertence à seguinte).
  • A classe com maior frequência é a classe modal.

3Que gráfico escolher?

GráficoQuando usar
Barrascomparar categorias ou valores discretos
Barras justapostascomparar dois grupos (por exemplo, duas turmas)
Linhasmostrar a evolução ao longo do tempo
Circularmostrar partes de um todo (percentagens)

Barras justapostas: A pé 8 e 5; Autocarro 10 e 12; Carro 6 e 9; Bicicleta 2 e 1 (7.º A e 7.º B)

  • Para comparar grupos com totais diferentes, usam-se percentagens: no 7.º A, 826≈31% vão a pé; no 7.º B, só 527≈19%.
  • Gráfico circular: cada setor tem amplitude proporcional à frequência: 30% correspondem a 0,3×360°=108°.

4Análise crítica de gráficos

Gráfico de barras: Escola A 52%, Escola B 56%, eixo a começar em 50%

📌 Perguntas a fazer perante um gráfico

O eixo vertical começa em zero? (Na figura, começa em 50%: a barra B parece 3 vezes maior, mas 56% é só um pouco mais do que 52%.)

A escala é regular? Há título, legenda e fonte dos dados?

A amostra é grande e representativa?

🌟 Sabias que… A enfermeira Florence Nightingale (século XIX) usou gráficos circulares para mostrar que a maioria dos soldados morria de doenças evitáveis, e não de ferimentos. Os gráficos convenceram o governo britânico a melhorar a higiene dos hospitais.

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