Ficha de exames nº1 – Geometria analítica (2007–2010)


Ficha de exames nº1

Provas de 2007–2010

10.º ano – Matemática A – Tema 5 (Geometria analítica)


📚 Itens de exames nacionais e testes intermédios

Itens de exames nacionais e testes intermédios portugueses que correspondem às Aprendizagens Essenciais deste tema, ordenados por data da prova. Em cada exercício indica-se a prova de origem e o grau de dificuldade. Os itens de MACS e de Matemática B foram adaptados (linguagem e, quando indicado, método) ao programa de Matemática A.

📝 15 itens  6 fáceis7 médios2 difíceis

1Difícil

📄 Adaptado de: Teste Intermédio de Matemática A – 11.º ano, 10 de maio de 2007, itens 2.2.1 e 2.2.2 do grupo II

Num referencial ortonormado Oxyz, considere o ponto T(0;4;3). Para cada número real positivo z, seja U o ponto do semieixo positivo Oz de cota z (o ponto U nunca coincide com a origem). Considere o triângulo [OTU] e seja f(z) o seu perímetro.

Figura

a) Mostre que f(z)=z+5+z2−6z+25.

b) Sem recorrer à calculadora, determine a cota do ponto U para a qual o perímetro do triângulo [OTU] é igual a 16.

Resolução

a) Como U(0;0;z) com z>0, tem-se OU―=z.

OT―=02+42+32=25=5.

TU―=(0−0)2+(0−4)2+(z−3)2=16+z2−6z+9=z2−6z+25.

Logo, f(z)=OU―+OT―+TU―=<strong>z+5+z2−6z+25</strong>.

b) f(z)=16⇔z2−6z+25=11−z. Elevando ambos os membros ao quadrado: z2−6z+25=121−22z+z2⇔16z=96⇔z=6.

Verificação: para z=6, 36−36+25=5 e 11−6=5; a igualdade verifica-se (e 6>0).

A cota de U é 6.

2Médio

📄 Adaptado de: Teste Intermédio de Matemática A – 11.º ano, 24 de janeiro de 2008, itens 1.1.1, 1.1.2 e 1.1.3 do grupo II

Num referencial ortonormado Oxy, considere a circunferência de centro na origem e raio 5 e a reta EF, de declive 12. Os pontos E e F pertencem à circunferência e o ponto E pertence também ao semieixo negativo das abcissas. O ponto F situa-se no 1.º quadrante.

Figura

a) Mostre que uma equação da reta EF é x−2y+5=0.

b) Mostre que o ponto F tem coordenadas (3;4).

c) Seja G o ponto de coordenadas (−3;16). Verifique que o triângulo [EFG] é retângulo em F.

Resolução

a) A circunferência tem centro O(0;0) e raio 5; o ponto do semieixo negativo Ox que lhe pertence é E(−5;0).

A reta tem declive 12 e passa em E: y−0=12(x+5)⇔y=12x+52⇔2y=x+5⇔<strong>x−2y+5=0</strong>.

b) A circunferência tem equação x2+y2=25. Para (3;4): 32+42=9+16=25, logo o ponto pertence à circunferência.

Na reta: 3−2×4+5=0, logo o ponto também pertence à reta. Como é um ponto da interseção diferente de E e está no 1.º quadrante, F(3;4).

c) EF―2=(3+5)2+(4−0)2=64+16=80; FG―2=(−3−3)2+(16−4)2=36+144=180; EG―2=(−3+5)2+(16−0)2=4+256=260.

Como 80+180=260, isto é, EF―2+FG―2=EG―2, pelo recíproco do teorema de Pitágoras o triângulo [EFG] é retângulo em F.

3Fácil

📄 Teste Intermédio de Matemática A – 10.º ano, 28 de maio de 2008 (versão 1) – Grupo I, item 2

Resolução

4Fácil

📄 Teste Intermédio de Matemática A – 10.º ano, 28 de maio de 2008 (versão 1) – Grupo I, item 3

Resolução

5Médio

📄 Teste Intermédio de Matemática A – 10.º ano, 28 de maio de 2008 (versão 1) – Grupo II, itens 3.1 e 3.2

Resolução

3.1.

3.2.

6Fácil

📄 Adaptado de: Teste Intermédio de Matemática A – 11.º ano, 29 de janeiro de 2009, item 1 do grupo I

Num referencial ortonormado Oxyz, considere a superfície esférica de equação x2+y2+(z−2)2=4.
Qual é a interseção desta superfície esférica com o plano xOy?

(A) O conjunto vazio

(B) Um ponto

(C) Uma circunferência

(D) Um círculo

Resolução

A superfície esférica tem centro C(0;0;2) e raio r=4=2.

O plano xOy tem equação z=0. Substituindo na equação: x2+y2+(0−2)2=4⇔x2+y2=0⇔x=0∧y=0.

Logo, a interseção é apenas o ponto (0;0;0) (a distância do centro ao plano, 2, é igual ao raio: o plano é tangente à superfície esférica).

Resposta: (B).

7Médio

📄 Adaptado de: Teste Intermédio de Matemática A – 11.º ano, 29 de janeiro de 2009, item 2.3 do grupo II

Num referencial ortonormado Oxyz, o ponto V(1;2;6) é o vértice de um cone de revolução. Seja V′ o ponto simétrico do ponto V em relação ao plano xOy.
Indique as coordenadas do ponto V′ e escreva uma condição que defina o segmento de reta [VV′].

Figura

Resolução

O simétrico de um ponto em relação ao plano xOy mantém a abcissa e a ordenada e tem cota simétrica: V′(1;2;−6).

Os pontos V e V′ têm ambos abcissa 1 e ordenada 2, pelo que o segmento [VV′] está contido na reta x=1∧y=2 (paralela ao eixo Oz).

Os pontos do segmento têm cota entre −6 e 6.

Uma condição que define o segmento é x=1 ∧ y=2 ∧ −6≤z≤6.

Em alternativa, usando o vetor V′V→=(0;0;12): (x,y,z)=(1;2;−6)+λ(0;0;12), λ∈[0;1].

8Fácil

📄 Teste Intermédio de Matemática A – 10.º ano, 28 de janeiro de 2009 – Grupo I, item 2

Resolução

9Médio

📄 Teste Intermédio de Matemática A – 10.º ano, 28 de janeiro de 2009 – Grupo I, item 3

Resolução

10Difícil

📄 Teste Intermédio de Matemática A – 10.º ano, 28 de janeiro de 2009 – Grupo II, itens 2.1, 2.2 e 2.3

Resolução

2.1.

2.2.

2.3.

11Médio

📄 Teste Intermédio de Matemática A – 10.º ano, 28 de janeiro de 2009 – Grupo II, itens 3.1 e 3.2

Resolução

3.1.

3.2.

12Fácil

📄 Teste Intermédio de Matemática A – 10.º ano, 6 de maio de 2009 – Grupo I, item 1

Resolução

13Médio

📄 Adaptado de: Exame Nacional de Matemática A (635), 2009, época especial, Grupo II, item 5 (adaptado)

Num referencial ortonormado xOy, considere o ponto A(1;1).
Admita que um ponto P parte da origem O do referencial e se desloca ao longo do semieixo positivo Ox. Para cada posição do ponto P, seja x a abcissa de P (x≥0).
Seja f a função que, a cada valor de x, faz corresponder a distância do ponto P ao ponto A.

Figura

a) Mostre que f(x)=(x−1)2+1.

b) Determine f(0) e f(1) e interprete esses valores no contexto do problema.

c) Indique o mínimo de f, os intervalos de monotonia e explique por que razão o gráfico de f não pode intersetar o eixo Ox.

Resolução

a) O ponto P está no eixo Ox, logo P(x;0). Pela fórmula da distância entre dois pontos: PA―=(x−1)2+(0−1)2=(x−1)2+1. Logo f(x)=(x−1)2+1.

b) f(0)=(0−1)2+1=2≈1,41: no instante inicial (P=O), a distância de P a A é 2, que é a diagonal de um quadrado de lado 1.

f(1)=0+1=1: quando P está no ponto (1;0), isto é, na projeção ortogonal de A sobre o eixo Ox, a distância é 1. Logo f(0)=2 e f(1)=1.

c) Como (x−1)2≥0, temos (x−1)2+1≥1 e, portanto, f(x)≥1, com igualdade só para x=1. O mínimo de f é 1 (atingido em x=1).

Para 0≤x≤1, à medida que x aumenta, (x−1)2 diminui, logo f é decrescente em [0;1]; para x≥1, (x−1)2 aumenta, logo f é crescente em [1;+∞[.

Como f(x)≥1>0 para todo o x, a função não tem zeros: o mínimo é 1, f é decrescente em [0;1] e crescente em [1;+∞[ e o gráfico nunca interseta Ox (a distância de P a A nunca é nula, porque A não está no eixo Ox).

14Fácil

📄 Teste Intermédio de Matemática A – 10.º ano, 29 de janeiro de 2010 – Grupo I, item 1

Resolução

15Médio

📄 Teste Intermédio de Matemática A – 10.º ano, 29 de janeiro de 2010 – Grupo I, item 2

Resolução

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